Como contei pra host family que eu iria embora antes da hora

Depois do gigantesco capítulo de novela que contei no post anterior, tá na hora de voltar pra realidade!

Como a maioria de vocês sabem, eu abandonei a vida de Au Pair e voltei pro Brasil um pouco antes da hora por vários motivos que listei aqui. Apesar de eu ter voltado só 1 mês e meio antes (quando completei 1 ano e 4 meses), não foi nada fácil falar pra minha host mom! Foi mais um desafio gigante que tive que passar na minha vida auperiana super hardcore. Fiquei com dor de barriga do dia em que decidi que iria embora até o dia em que conversamos de verdade, cara-a-cara.

Eu decidi que não falaria nada sobre eu trabalhar demais, sobre o carro e sobre minha carta de motorista. O carro e a carta, na verdade, nem eram motivos tão relevantes, mas me levaram a repensar se valia a pena ficar lá correndo riscos e completamente dependente de caronas, considerando que eu morava no meio do nada.

E sobre trabalhar demais, eu já havia conversado com eles outras vezes, que não levaram em consideração nada do que eu falei e até chegaram a dizer que eu reclamava de barriga cheia. Como já comentei, tudo que eu fiz e aguentei foi exclusivamente por causa das crianças.

Meus hosts não eram nenhum bicho de sete cabeças. Eu adoro eles. Verdade, adoro! Minha host é uma boa pessoa, nunca me tratou mal, tínhamos nossos momentos BFFs e sei que ela gostava muito de mim também. Ainda trocamos SMSs, emails, nos adicionamos no Facebook e quero que seja sempre assim… uma relação boa! Meu host era meu bróder quando cheguei, mas depois nossa relação esfriou muito e aí não sei o que virou. Acho que ele pegou raiva de mim quando os chamei pra conversar dizendo que eu não estava mais tão feliz, que estava cansada da carga horária e que precisava cuidar da minha vida, pois ficava 9 horas por dia sem contato com o mundo: sem celular, sem internet, sem TV. Tava ficando doida… Ele discordou muito, disse que se eu quisesse ter uma “vida social agitada”, essa família não era pra mim, pois minha prioridade devia ser as crianças 24h e 7 dias por semana. WTF, né.

Enfim, eles são ótimas pessoas e tenho saudades. Apesar de tudo, nunca tivemos brigas, conflitos grandes e todos sempre foram extremamente abertos para conversar. Eu acabava guardando as coisas pra mim por me sentir intimidada. É uma sensação esquisita que eu nunca havia sentido antes! O problema é que eles são americanos daqueles bem típicos e que por mais que tivessem a função de fazer eu me sentir como parte da família, nada mudava a realidade de eu ser a empregada da casa. E é assim que eu sempre me senti, independente de qualquer coisa.

Depois de horas de conversas com meu pais ao telefone e com as minhas amigas que já não aguentavam mais me ver desanimada, resolvi que iria embora. A pessoa da minha família que ficou doente foi a minha avó e tava sendo difícil aceitar isso, ainda mais estando longe. Minha avó doente é uma coisa que eu não conseguia colocar na cabeça, pois é a pessoa mais alto astral que já conheci na vida. Sempre tomando uma cervejinha, dando risada alto, batendo um papo… e de repente tá no hospital? Sei lá, foi um choque, mesmo que todo mundo tivesse se esforçado pra esconder de mim o que tava rolando no Brasil, eu sabia que tinha muita coisa fora do lugar e só pensava em voltar.

Enfim, minha host sabia que minha avó já não estava bem há algum tempo. Eu evitava tocar no assunto, pois é algo bem pessoal… mas todas as vezes em que falei sobre isso, ela nunca disse nenhuma palavra de apoio, nenhum “sinto muito” ou qualquer outra coisa que qualquer amigo falaria, sabe? Ela simplesmente pegava o celular, ligava pra uma amiga pra fofocar e me deixava falando sozinha. Era meio tenso… ainda mais que qualquer coisinha que acontecia com ela, desde uma unha quebrada até um amigo com câncer no cérebro, eu estava ali pra ouvir, pra consolar e até abraçar. A única vez em que precisei, ela ficou muito distante e me decepcionei muito.

No feriado de 4 de julho, uma quarta-feira, minhas amigas foram encontrar comigo na casa de praia da minha família, pois eu estava sem carro e não consegui ir pra lugar algum. Fomos passear, assistimos os fogos na praia, tomamos sorvete e filosofamos um monte. Foi também quando conversei mais com meus pais ao telefone sobre toda a situação e decidi que quando chegasse em casa, chamaria minha host pra conversar.

Entrei em casa umas 10 da noite super abatida, pois eu sabia que aquela seria uma conversa tensa e eu não estava feliz com o rumo em que as coisas tinham tomado… e pensar na minha avó e em deixar as crianças também me dava um soco no estômago bem dolorido, viu.

Os adultos estavam na sala conversando e eu chamei minha fofa dizendo que precisava conversar com ela a sós. Quando abri a boca, já comecei a chorar. Disse que estava sendo difícil conciliar essa vida com tudo o que estava acontecendo no Brasil e que eu queria muito estar mais perto dos meus avós e dos meus pais. Falei que coloquei na balança tudo que eu poderia ganhar ficando até o final ou indo embora, aí decidi ir embora. Contei do que estava acontecendo com a minha avó e como estava sendo difícil pra mim… acho que até exagerei um pouco, pois foi o único argumento que usei, mas depois que conheci a realidade vi que eu falei pouco demais sobre isso. Só falei pouco porque eu não sabia da metade do que estava acontecendo.

Ela ficou parada sem dizer nada, não falou nenhuma frase amigável, parecia uma pedra… acho que ficou em choque, sei lá. Como viveria sem mim no meio daquele caos? Sério, eu sei criar 4 filhos, ela não. Fato! Aí só abriu a boca pra questionar quando eu tava pensando em ir embora.

Aí eu disse que ficaria mais um mês para dar tempo de achar uma pessoa nova, pois não queria abandoná-los no dia seguinte e também porque minha irmã estava indo pra lá no final do mês, viagem planejada há meses e super esperada pela gente… e não queria perder isso.

Ela só falou “ok, vou ver o que eu faço”, voltou pra sala, eu fui dormir e depois ficou uns 3 dias sem falar comigo. Consequentemente, meu fofo também nem olhou na minha cara e NEM O AVÔ, que já tava meio esquisitão desde o acontecido com o carro.

Na semana seguinte, quando eu fiquei off e tava subindo pro meu quarto, resolvi iniciar uma conversa e perguntei se ela estava ok, pois eu senti que nossa relação estava bem esquisita. Aí foi… rolaram umas 3h de conversa e muita lavação de roupa suja.

Ela disse que tava muito decepcionada e que não acreditava em mim. Se minha avó tava tão mal, por que minha irmã estava indo pros EUA passear? E por que eu não peguei o avião no dia seguinte, em vez de esperar 1 mês?

Aí eu comecei a explicar que era uma viagem com tudo pago e que era o sonho da minha irmã… que se minha avó imaginasse que  gente cancelou uma viagem por causa dela, isso seria a morte, seria a pior coisa pra ferir o orgulho dela. E sim, ela tava mal, mas não havia nada que eu pudesse fazer… e que se decidi ficar 1 mês a mais, foi porque eu não estava pronta pra ir embora. Não é uma decisão que se faz em 24h! E minhas amigas? Minhas malas? A viagam pra cancelar? Dinheiro a perder? MINHAS CRIANÇAS? E a rotina da casa? Pô, ainda me preocupei em não deixar ela sozinha e tudo que fez foi dizer que eu tava mentindo…

Aí acabei soltando que depois que fiquei sem carro, as coisas começaram a ficar mais difíceis e que minhas amigas em 1 mês iriam embora e eu acabaria ficando sozinha: sem minhas amigas, que eram tudo que eu tinha nas horas mais difíceis e nas mais alegres e, pra piorar, sem carona pra sair. Ficaria completamente presa em casa e que eu não queria passar meus últimos meses assim… falei mesmo. E disse também que a carga horária de trabalho estava sendo demais e que já não valia mais a pena pra mim passar por isso, sendo que no Brasil tinha tanta gente precisando de mim e eu queria mesmo é ficar perto das pessoas que eu amo.

Discutimos um monte. Ela inclusive jogou na minha cara o negócio do carro e disse que eu nunca pedi desculpas pelo ocorrido, o que é uma mentira enorme. Além do mais, acho que eles é que deveriam pedir desculpas por me dar um carro tão velho e com tanto risco de quebrar. A merda toda aconteceu no dia do meu aniversário e nunca nem ganhei um “parabéns” deles. Consideração pra quê, né?

Foi uma conversa longa, mas depois disso tudo melhorou muito. Ela finalmente entendeu meus motivos, ou pelo menos fingiu bem… ela até chorou, disse que além de tudo que tinha pra pensar, era mais alguém que ela amava indo embora e que não estava preparada pra me perder. E as crianças também não estariam… foi foda. No final da conversa, meu host chegou e começou a se meter. Foi super grosso com a gente, sem nem entender o que tava acontecendo. Ele era muito sem noção às vezes… e me chateava. Mas ok, passou.

Os dias seguintes foram um paraíso. Queria que todos tivessem sido assim! Às vezes até me batia um arrependimento e vontade de ficar, até que eu trabalhava até mais tarde e lembrava o quanto era foda passar por aquilo!!!

Minha host começou a me pedir ajuda para entrevistar umas meninas. Cheguei até a buscar uma sul-africana que estava em rematch na região e morando na casa da LCC. Busquei a menina, fomos tomar sorvete com as crianças, levei ela na casa e mostrei tudo, contei da rotina e tudo mais. Minha host, de cara, não gostou da menina porque era muito quietona, não fez nenhuma pergunta e não mostrou empolgação.

Troquei email e respondi perguntas de umas 5 meninas. Falei, inclusive, com umas brasileiras, que logo desistiram quando falei da rotina das 4 kids. Depois de 1 semana de entrevistas (comigo e com minha host), a escolhida foi uma sueca com um currículo impecável. Eu não senti nada especial pela garota, mas minha host disse que adorou a entrevista e que o inglês dela era impecável. Yay!!! Problema resolvido.

Saí de férias com minhas amigas, encontrei minha irmã e voltei pra casa. Minha irmã e uma amiga minha do Brasil, a Tuanni, ficaram 5 dias na minha casa, conheceram minhas kids e depois fomos embora juntas pro Brasil.

A despedida foi tensa (depois conto mais), mas tinha que acontecer…

Troquei alguns emails com minha host depois que cheguei no Brasil e logo no início ela não parecia muito contente com a sueca. A menina, pelo jeito, era uma sociopata, muito louca, muito nerd, muito fechada, nada carinhosa com as kids… eu era um grude, né. E minha host parece comigo nessas coisas. Ela é bem comunicativa, fala pra caramba, abraça, chora e tudo mais… imagina essa gringa que louca! Esse povo de país frio é bizarro.

Só sei que no dia em que cheguei no Reino Unido, recebi um email da fofa de uns 15 metros em caps lock contando o ocorrido com a sueca em DETALHES. A menina era mesmo muito louca. Pediu rematch depois de 10 dias na casa (vai vendo!), chamou minhas kids de autistas, que eram as piores crianças do mundo, disse que tava sentindo sua vida sendo ameaçada e intimidada pela família. OLHA, podem falar o que for dos meus hosts, mas não se atreva a falar UM A dos meus monstrinhos! Eles são ÓTIMAS crianças, muito queridos, muito educados e muito bonzinhos… é claro que eles tem uns ataques como toda criança e além do mais eles são um time de 4, mano!!! Não é pra qualquer um. Aí fiquei puta com o que a minha fofa contou… morri de dó. Ela queria que eu ligasse pra ela, acho que pra dar um apoio moral… mas lá do Reino Unido ficou difícil, então só trocamos algumas mensagens. Até me senti mal por não poder ajudar mto. Ela disse que minha kid ficou super deprê dizendo que todo mundo a abandona… tadinha!!!

Depois de uns dias, ela me mandou mensagem dizendo que não queria saber de Au Pair. Depois, disse que voltou a pensar no assunto e já estava entrevistando umas meninas. A que ela mais gostou foi uma brasileira e me pediu pra responder os emails e entrar em contato com ela. Até onde eu sei, a brasileira fechou com a minha família! Eu fiquei super nervosa quando recebi o email da menina, pois queria muito ajudar minha host a encontrar alguém legal pra cuidar das minhas kids, mas não queria mentir pra ninguém e dizer que aquela casa é um paraíso!

Acabei enviando mais de 1 email super sincero pra ela, contando exatamente como era minha rotina. Falei das coisas boas e ruins, falei que o carro quebrou, falei que eu trabalhava bastante e que morava meio longe de tudo, mas que amava as crianças e fiz muitas coisas legais com a família… falei que adorava minha fofa, mas minha relação com meu fofo ficou difícil depois de um tempo. Ela foi uma gracinha e disse que estava preparada pro desafio! Bom, se eu aguentei, acho que não é impossível… só espero que ela não desista no meio do caminho e deixe todo mundo na mão como fez a louca da sueca! Pelo menos eu avisei, né?!

E também fiquei meio assim de ir uma brasileira pra minha casa por causa do blog. Sei lá, já contei muita coisa aqui e minha fofa não sabe desse blog e espero que nunca saiba. Ela sabe do EmbaixadorSTB e de vez em quando entrava pra dar uma olhada na época em que eu escrevia, então sei lá… vai que a menina comenta que leu alguma coisa e a bonitona vem fuçar, né? Agora que já não moro mais lá, ok, melhor… mas não quero que seja o motivo de estragar a relação legal que a gente tem.

Enfim, escrevi esse post pra matar a curiosidade de muita gente que queria saber como falei pra minha família que eu viria embora antes da hora. A reação deles foi horrível e durante muito tempo tive certeza que eles achavam que eu tava mentindo, o que tornava nossa convivência um pouco forçada, mas depois tudo se ajeitou e sinto muita saudade de todo mundo.

Sempre mando emails pra minha host perguntando das crianças e ela sempre pergunta da minha vó, sempre querendo saber notícias e tudo mais. Espero que nunca percamos o contato. Planejo visitar meus pequenos em breve… e torço para que a nova Au Pair seja muito boa para a família e cuide e ame minhas kids assim como e fiz!

Estou torcendo por essa brasileira agora. Trocamos emails e senti firmeza na garota. Se tudo der certo, acho que nos conheceremos pessoalmente em breve!!!

É isso, minha gente. Desculpe pelo post gigante, mas precisava atualizar essa parte da história. Daqui pra frente, acho que focarei em coisas mais alegres!

Beijos!

 


Comentários

Comentários

16 Comments

  1. Jeh   •  

    Gostei dos seus argumentos com a Fofa! E acho super digno vc ajudar a escolher essa nova au pair…afinal vc ficou mto tempo com as kids e sabe bem quem vai aguentar o tranco!

    Esse povo nórdico é meio malucão ne? 10 dias e já causou na vida das kids!

    bjssss

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Também acho digno e fico feliz que ela esteja contando comigo! É o mínimo de consideração que eu mereço, né? haha
      Muito malucão, essa sueca era total nuts… ainda bem que vazou de lá, deus me livre deixar uma mina dessa perto dos meus babies!!!

  2. Paty Waetge   •  

    I can only imagine how FODA isso foi pra você!

    Minha descrição da minha fofa se encaixa pros seus, eu acho: “Não é que ela é de lua ou bipolar… é que ela é americana!”

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Ai, Paty… você super me entende, né?
      E acho que 90% das fofas são assim… não são más pessoas, bipolares ou sei lá o que… é só o americana! Isso basta pra definir e a gente sabe! hahaha
      Bjo!!!

  3. thays   •  

    “Eu acabava guardando as coisas pra mim por me sentir intimidada. É uma sensação esquisita que eu nunca havia sentido antes! ”

    Faço das suas, as minhas palavras…

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Só a gente sabe o que isso significa, né ? Eu não sou de me intimidar facilmente, nunca levava desaforo pra casa… mas pra manter a boa convivência, aguentei muito sapo de host mom. Faz parte!

      • thays   •  

        O mais engraçado é que vivo tendo os pensamentos egocêntricos de “aposto que se fosse outra, já teria pedido rematch..”…

        Mas bem, ninguém é insubstituível e se fosse mesmo tão ruim, eu de certo já teria ido embora….

        cada um sabe do peso que aguenta, né?

        Ow, sabe o que eu tô curiosa? Sobre as malas!!! Menina, não sou consumista (ou pelo menos não era..), to me descabelando já, mesmo faltando 6 meses pra voltar!!!!! não vou conseguir levar tudooooooo!

        • Beatriz Morgado   •     Author

          BOA IDEIAAAAAAA
          Vou escrever um post sobre minha volta e o lance das malas. Fica esperta!!!

  4. Nilceli Ferriolli   •  

    E como sempre dizem….. ‘só quando perdem que dão valor’….. vale mto isso pra sua host Bia !!!! Acho que depois que a Sueca chegou que ela viu o quanto vc faz falta…rs… por isso te mandou mil emails….

    Mas isso é bom, apesar de tudo, foi uma ótima experiência né ??? E deve ter sido mto dificil na hora… eu mesma ficaria muito nervosa, mas acho que vc fez tudo certinho !!!

    Vc volta pros EUA quando agora ????

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Isso é o que todo mundo me fala, mas na verdade acho que ela ainda não deu valor nenhum! Acha que cuidar de 4 crianças que não são nossas é moleza! Ela sabe muito bem criticar o trabalho da Au Pair, mas acho que nunca se olhou na espelho pra ver seu trabalho como mãe!
      Com certeza foi uma ótima experiência, não tenho do que reclamar :)

      Não sei, ano que vem ou no próximo quando eu tirar férias!

      Beijo!!!!

  5. Fernanda Zaia   •  

    Nossa Manola, q foda em…. mas q bom q eles entenderam apesar de tudo e continuam com uma boa relacao com vc ne? Eu estou com muitas saudades das minhas kids mas a gente vai se acostumando… fico feliz em saber q vc esta bem, boa sorte em tudo!!! Saudades

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Poi é, Fer! Foi muito tenso, menina…
      E tô morrendo de saudade das kids, principalmente da minha baby. Queria que eles nunca crescessem!!!
      A gente precisa se ver!!! Saudade!!!

  6. Cristine Aleixo   •  

    Que tenso Bia! Foda morar numa casa onde te acham uma mentirosa, e muito insensíveis esses americanos. Essa sueca também muito louca hahahahaha Bem feito pra sua host que achava ela impecável. Daqui pra frente ela vai ver que não existe outra Bia e vai te dar mais valor.

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Deus te ouça, minha querida… dizem que é quando se perde é que se dá valor, né? Não sei se esse é o caso… veremos!!!
      Beijão!!!

  7. Bianca   •  

    Oi Bia,
    Nem sei direito o que falar!!!!!
    Eu sou a próxima Au Pair da sua ex-host family!
    O seu blog tem me ajudado muito e já sabia q as coisas não seriam facies, mas li tudo aq e acredito q estou preparada para o desafio.
    Vc sempre comenta q temos q ver o lado positivo das coisas e estar de mente aberta para aguentar a barra!
    Adoro seu blog e até faço algumas anotações de várias dicas sobre as kids, mas nunca mencionei e nem vou mencionar nada pra “fofa” pode ficar tranquila.
    Falei pra ela q vc tem me ajudado e me dado dicas, mas nunca falei do blog!
    Me deseje boa sorte e continue escrevendo no seu blog q eu quero continuar lendo as novidades! E quero comentar mais tbm!
    Escrevi demais kkkkkkkkk
    Bjs e quero conheçe-la pessoalmente logo!!!!

  8. Cecil Woods   •  

    Verdade é que eu não queria que isso tivesse acontecido, mas voltar pro Brasil depois de um ano de sucesso nos EUA, não é mole.

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