A síndrome da barriga cheia

Acho que a pior parte de ficar tanto tempo sem escrever aqui é decidir sobre o que vou falar primeiro, no meio de tanta coisa acumulada pra contar!

Sempre começo meus posts pedindo desculpas pelo sumiço e fazendo mil promessas pra voltar a escrever, mas dessa vez vou começar diferente, pois os motivos do sumiço são justificáveis e eu realmente não sei quando vou poder escrever aqui com a freqüência que eu gostaria! Sinto muita saudade do meu blog, de “conversar” com vocês e de registrar minhas histórias, mas realmente virar adulto nao é fácil!

Falando em virar adulto, acho que esse é o tema que escolhi pra marcar minha volta aqui no blog! Vou tentar não matar vocês de tédio :)

Já faz 11 meses que estou morando aqui na Inglaterra, 1 ano que casei, quase 2 anos que sai do Brasil, 2 anos que me formei, 3 anos trabalhando na Bosch, 4 anos que terminei meu programa de Au Pair e 5 anos de infinitas mudanças! Entre trancos e barrancos, realizei muitos sonhos, conquistei coisas que nem imaginava e não tenho do que reclamar nessa vida… mas por que será que ainda reclamo tanto?

Eu sofro da síndrome da barriga cheia (eu que inventei essa doença, não precisaa procurar no Google, já vou explicar marromêno do que se trata).

Eu sei que sou muito abençoada, ralei muito, muito mesmo, mas também dei sorte de estar no lugar certo, na hora certa e de conhecer as pessoas certas. Tenho uma família bacana, amigos bacanas, casa própria, emprego, marido bonito, que cozinha e faz massagem no pé. Moro na Europa, a saúde pública funciona, o sistema educacional funciona, tenho dinheiro pra fazer mercado e pagar minha própria gasolina, tenho conta no Amazon Prime com free next day delivery, dirijo um carro legal (que não é meu, é da empresa, mas pago de gatinha mesmo assim), trabalho que nem louca, mas gosto do que faço, não fumo, não uso drogas, bebo e não bato no marido, tenho pé bonito (na minha opinião, porque na da Maria Carla meu pe é horrendo), tenho um diploma, nunca quebrei um osso, não tenho alergias e o melhor de tudo: sou uma pessoa boa e honesta e conquistei tudo isso com mérito próprio (menos o pé bonito). Ou seja… sou uma pessoa de barriga cheia, que tem tudo! Mas será que esse tudo é suficiente pra ser feliz o tempo todo?

Avaliando dessa forma, eu tenho a vida que a maioria das pessoas queria ter… mas ainda assim, tem dias que chego em casa, sento no chão e choro por 3 horas sem parar. Quando a agonia passa, fico com raiva de mim mesma e peço perdão a Deus por ser tão mal agradecida. Aí volto a chorar de tanta culpa que sinto. Gente… por quê tudo isso?

Essa é a pergunta que tenho feito a mim mesma sem parar nos últimos meses e nunca soube responder. E o mais difícil de viver com a síndrome da barriga cheia é saber que não há motivos claros para reclamar de qualquer coisa e ainda sentir a maior pressão, como se eu fosse proibida por lei de reclamar, de ficar triste e de ter um dia ruim, pois “Bia, você tem tudo, para de reclamar”.

Eu me fechei em uma bolha. Tive dificuldade de conversar com minha família e com meus amigos pelo simples fato de que, quando eu dizia que estava meio pra baixo ou que as coisas por aqui estavam difíceis, tudo que eu escutava era:

  • Mas não era isso que você queria?
  • Mas você e o Thomas estão tão bem, com a casinha de vocês! O que mais você quer?
  • Mas você não queria tanto esse emprego e essa vida aí na Inglaterra?
  • Ué, volta pro Brasil então pra você ver o que é difícil!!!
  • Bia, pensa que tem gente bem pior!
  • Mora na Europa e reclama da vida! Bia, é até judiação você falar essas coisas!
  • Mas tanta gente queria estar no seu lugar… você devia agradecer!
  • Quer trocar comigo? Eu vivo fácil a vida que você tem!!!
  • Bia, é até pecado reclamar!
  • Mas você tem tudo!

Eu comecei a perceber que essas frases me deixavam ainda mais pra baixo e desmotivada. Eu estava chateada sem saber direito o motivo e ainda me sentindo culpada por sentir algo que eu nem consigo controlar. Não sabia mais com quem conversar sem ser julgada ou sem ouvir frases de consolo totalmente inúteis. Eu fiquei afundada nos meus próprios pensamentos, escrevendo em diários listas do tipo “motivos para estar feliz”, “motivos para agradecer”… e essas listas eram ENORMES. Quando fazia a lista de “motivos para estar chateada”, tudo que eu conseguia escrever era “saudade”.

Essa saudade é tão abrangente. E essa saudade, pela primeira vez, não foi uma “homesickzinha”, saudade de ter mamãe do lado… isso também, mas muito mais intensa, muito maior do que eu. É uma saudade sem tradução. A saudade de ser, de pertencer, de ser eu mesma o tempo todo. É quase um desespero!

Uma noite daquelas, com a cara inchada de tanto chorar, consegui conversar com meus pais pelo Skype, dei uma desabafada e as coisas começaram a ficar mais claras pra mim. Realmente não era só homesick ou só uma fase… eu estava com medo de ter depressão e de ver as coisas que mais gosto perderem a graça. Como já disse antes, eu sou muito abençoada, valorizo tudo o que tenho… só não sei porque me sentia tão no fundo do poço. Foi quando resolvi buscar terapia.

Com a vida maluca que tenho, só consegui marcar sessões com a terapeuta pelo Skype. Por causa do trabalho, já “cheguei” meia hora atrasada na primeira sessão, cancelei a segunda, fiz a terceira, na terceira tive que cancelar por causa de uma conferência, aí, quando fui remarcar a próxima, eu já estava tão afobada com o tanto de coisas pra fazer, que resolvi cancelar. Acho que as duas sessões que atendi foram bacanas para eu começar questionar o simples fato de ter chegado ao ponto de buscar terapia!

Quando a psicóloga começou a perguntar sobre minha vida e sobre o que faço, fui contando minha história, já me sentindo patética. Me senti péssima, como se estivesse me exibindo, como se fosse uma celebridade dizendo: “Gente, o champanhe aqui na primeira classe desse avião está cada vez pior”, ou “não aguento mais ficar em hotéis com 5 piscinas, fica difícil decidir em qual nadar!”, ou “meu marido fica insistindo em querer passar as férias nas Ilhas Maldivas, mas já falei pra ele que a Grécia é bem mais romântica, fico irritada com isso”… e coisas do tipo. Sei que psicólogos devem ter uma opinião neutra sobre o paciente e não julgar, mas eu mesma já estava me julgando e com raiva de mim mesma como pessoa, então comecei a ficar cada vez mais desconfortável conversando com a psicóloga e cada vez mais sem tempo de atender às sessões, então decidir parar de vez, o que ainda não sei se foi a melhor escolha que fiz.

Não quero ficar aqui dando lição de vida pra ninguém e nem fazendo drama, mas é só uma introdução básica sobre uma boa parte da montanha-russa que estive vivendo nesses últimos meses, que me isolaram do mundo de uma forma muito estranha. A verdade é que me sentindo tão pra baixo daquele jeito, perdi a vontade de fazer qualquer coisa: de escrever (que vocês sabem que é o que mais amo fazer), de fazer exercícios, de conversar com as pessoas, de ouvir música, de cozinhar, de assistir seriados… tudo. Minha vida virou aquela coisinha de acordar, trabalhar, voltar pra casa, jogar joguinho idiota no celular, tomar banho e dormir. Repetir.

De fim de semana, mega deprê, chorar e reclamar da vida pro marido (que papai do céu sempre abençoe Thominhas, minha gente, pois eu fico chata pra caraio) e botar a culpa na saudade de casa e na dificuldade de me adaptar, sabendo que o “o buraco era mais embaixo”. Pra tentar animar, fazer uns passeios por aí, postar uma fotinha feliz pra dizer tipo “amigos e família, sumi, mas tô bem e feliz, olha eu aqui toda alegre nessa ponte”. Repito procêis: a vida real não é um Facebook. É impressionante o que as pessoas vivem e não tá escancarado nas redes sociais. Eu sou um exemplo delas: quando dou uma bizoiada nas minhas próprias fotos, fico com inveja de mim mesmo e penso: “nossa, que menina legal que eu aparento ser! Super descoalda, com uma vida interessante, sempre sorridente, sempre feliz, viajando o mundo, uau, quero ser eu mesma um dia”. E só eu sei das minhas bostas e dos meus desafios, só eu sei das minhas dificuldades… quer dizer, agora vocês MEIO QUE SABEM, porque eu tô aqui contando procêis minha vida como se estivesse em um divã :)

Contei essa história toda numa mistura de passado e presente. Presente porque essas coisas ainda são muito recentes e passado porque eu estou cada dia me superando mais e mais, cada dia mais feliz e orgulhosa de mim mesma… confesso que, também, cada dia me sentindo mais patética por todas as coisas mencionadas acima, mas só a gente sabe o que sente, né?

Quando me vi nesse fundo do poço aí, resolvi começar a mudar minha vida aos pouquinhos, em vez de só sentar, chorar e reclamar. Tive uma conversa muito aberta com meu chefe, compartilhei algumas frustrações e, pra minha surpresa, ele foi muito bacana e me deu um super apoio. As coisas no trabalho estão mil vezes mais agradáveis, estou bem mais otimista e me estressando bem menos. De vez em quando consigo trabalhar de casa, ter tempo pra me organizar e aproveitar melhor o meu dia, em vez de passar horas e horas no trânsito, morrendo de raiva e cansaço. Gosto muiiito do que faço, mas as dificuldades de adaptação no país e a dificuldade de me relacionr com as pessoas estavam impactando muito na minha vida profissional também, mas isso está melhorando muito a cada dia que passa! Eu tenho muito orgulho da minha profissão, da empresa para qual trabalho e de tudo que conquistei e quero que continue assim por muito tempo :)

Na vida pessoal, parei de botar defeito em tudo e abri mais a cabeça para esse país maluco que agora é minha casa. Comecei a fazer academia pra me sentir melhor comigo mesma e pra ocupar melhor o meu tempo. Encontrei uma clínica brasileira de nutrição em Londres e resolvi marcar uma consulta. Minha nutricionista é portuguesa e foi uma das melhores coisas que fiz pra mim mesma: primeiro porque adoro ir até lá tagarelar em português e segundo porque desde minha primeira consulta, mudei meus hábitos alimentares sem fazer dieta, me sinto bem melhor e emagreci 5 quilos sem sofrer. Com o Thominhas, tudo está excelente como sempre, eu reclamando e ele me aguentando, haha! Estamos curtindo muito nossa casinha, passando mais tempo juntos e economizando dinheiro pra comprar uma secadora, pois secar roupa no varal não vai rolar, em 1 mês elas começarão a congelar!

Ainda me sinto um pouco mal por ter me distanciado sem querer do blog que tanto amo, das minhas amizades no Brasil e de outras coisas que eu gostava de fazer… mas o motivo de tudo isso é porque não tenho tempo pra tudo que eu gostaria e não gosto de dar atenção “meia-boca” pras coisas. Quando escrevo nesse blog, só sai textão. Quando falo com minhas amigas, falo por 5 horas seguidas. Mensagenzinha aqui e ali não sou eu… eu quero papear. E tb porque fica difícil acompanhar a vida por Whatsapp! Às vezes fico mais triste ainda de não poder estar lá, fico me sentindo ainda mais sozinha com essas relações por Skype… acho que preciso começar a me esforçar mais e fazer amizades por aqui também, senão ficarei isolada nessa casa sem Thominhas, sem amigas, esperando para que respondam minhas mensagens virtuais. Preciso começar a vida do zero aqui e essa parte é bem difícil! Ah, e também porque eu tava passando tempo demais em computador e celular, só fuxicando a vida alheia em vez de tomar conta da minha vida, que tava desabando aos pouquinhos.

Esse texto fugiu um pouco dos padrões Beatriz de escrita. Acho que até me perdi no tema, meio que desabafando alguns sentimentos profundos pra vocês, mas espero que estejam seguindo minha linha de raciocínio!

O resumo de tudo é: não é fácil construir uma vida do zero em um país que não é seu, por mais que seja o país que sempre quis morar. Isso não é intercâmbio, não tem data pra terminar… essa agora é a MINHA VIDA. A vida que eu escolhi e que apostei tudo pra poder vivê-la. Não é fácil contar com apenas uma pessoa para satisfazer todas as suas necessidades emocionais, principalmente quando essa pessoa é seu parceiro, que é homem, de cultura diferente, que fala uma língua diferente. Tem coisa que só mãe entende, tem coisa que só brasileiro entende. Mas ainda assim, não o troco por nada nesse mundo <3 Não é fácil comer fish and chips quando você quer arroz com feijão. Não é fácil passar dias ou até semanas sem falar sua língua nativa, sem achar graça na piada dos outros e contar piada que ninguém entende. Não é fácil trabalhar com pessoas de uma cultura que não abraça colegas de trabalho. Eu sou abraçadeira, abraço todo mundo. Quero dizer, eu costumava abraçar. É difícil viver em um país onde você, na maioria das vezes, é só mais um estrangeiro no meio de tantos outros “tentando a vida num país melhor”. Muitas vezes, sou confundida com estrangeiros preguiçosos, que não querem trabalhar e vivem as custas do governo, pois algumas pessoas que conversam comigo, não sabem do quando ralei pra estar aqui, do quanto preferia estar com a bunda no sol numa praia brasileira, dos altos impostos que pago e de como sigo as leis todas certinhas… o que elas veem é uma menina não tão branca e com um sotaque esquisito, “de fora”. Não é fácil o frio. Não é fácil o céu cinza. Não é fáicl a fila da imigração. Não é fácil explicar o que é dia das crianças. Não é fácil não ter Bis nas lojas. Não é fácil chegar em casa e não ter ninguém. Não é fácil ser esposa de militar e não saber o dia de amanhã.Não é fácil não ter amigos. Não é fácil fazer amigos. Não é fácil estar longe. Não é fácil ter saudade t-o-d-o  s-a-n-t-o  d-i-a.

Hoje resolvi escrever porque estou incrivelmente feliz. Incrivelmente de bem com a vida. Incrivelmente desejando que esse sentimento bom aqui dentro dure para sempre… e da mesma forma que eu nunca soube explicar o porquê de me sentir tão deprê, agora não sei explicar direito o motivo de tanta felicidade. Aliás, sei sim: aquela lista de “motivos para ficar feliz” é real! E todas as coisas boas que aconteceram e acontecem comigo, acontecem MESMO! E eu deveria mesmo é sorrir assim todos os dias :)

Um dos pontos altos foi receber a visita da minha irmã nesse fim de semana! Foi o primeiro membro da minha família que recebi na minha humilde residência. Passamos um tempão juntas, tagarelando, implicando uma com a outra, fofocando… que delícia! Acho que encheu um pouquinho do vazio que eu tava sentindo, sabe? E logo logo vamos nos encontrar de novo :) E já estou na contagem regressiva para o Natal, pois vou pro Brasil visitar minha família e comer peixe em vez de peru! Vou ver minhas amigas e pegar um calor de 200 graus, se possível, porque aqui o frio já tá de doer.

E espero estar sempre feliz e inspirada pra escrever aqui… aliás, não todo dia, pois quando quero escrever, tenho que faltar na academia porque não dá tempo de fazer tudo!!! E preciso ir pra academia, porque nessa época de deprê o que não faltou foi chocolate pra dentro, viu?

Obrigada por não desistirem de mim e do meu amado blog!

Amo vocês, queridos leitores!

PS: desculpem pelas zilhões de mensagens, comentários e emails não respondidos. Eu farei o possível para responder todo mundo, mas preciso muito ir na aula de spinning amanhã! Acabei de comer um kit kat :(

PS de novo: já que não tenho postado com muita frequência e tenho muito assunto pra por em dia, fiquem a vontade pra me seguirem no Instagram. Minha conta é aberta, sem segredos :) Posto quase todos os dias, muita foto velha (agora tô na fase de botar fotos do casamento, para as curiosas de plantão que não param de pedir pra eu falar do casório), mas tb muita coisa atual que dá pra ter uma ideia do que to fazendo por aqui! Vocês devem ter percebido que nao me adaptei com aquele tal de Snapchat. De vez em quando apareço lá só pra tirar uma foto com o filtrinho de cachorro, que acho uma graça (geralmente quando tô bebada). Mas no Instagram a coisa flui melhor, ainda mais que tem um snapchat meio que integrado nele… acho que facilita a vida.

Beijo pra vocês e até a próxima!

Comentários

Comentários

27 Comments

  1. Juliana   •  

    Olá Bia! Sempre li seu blog e nunca comentei ( sou daqueles que curte e comenta com a mente). Mas dessa vez parece que foi eu que escrevi esse texto rs.
    Eu já me senti exatamente como você. Pensei que fosse ansiedade, depressão sei lá, qualquer coisa ruim que é necessário se entupir de remédio. E descobri o meu problema, eu era injusta comigo mesma e me cobrava DEMAIS!! Cara como isso era chato, eu não me permitia sentir nenhum sentimento sem ficar me reprimindo ou questionando. Até o dia que cansei de mim mesma hahahaha, passei a ser justa e a deixar cada sentimento fluir sem ficar me martirizando, dizia, obrigada meu Deus, sou grata, mas tenho direito de não me sentir confortável com tal coisa. Tenho direito de não estar feliz e só te peço força para levantar e mudar essa situação.
    A felicidade não será encontrada em lugar nenhum, pelo simples fato de exister dentro de nós. Aprendi isso e agora sei como estar 100% bem comigo mesma, e eu não estou nem ai (nem ai de verdade) para a opinião de ninguém, desisti de tentar explicar para todos rs.
    Nossa desculpa o textão, me empolguei hahahaha
    Fica bem, pois você é uma lutadora e merece colher todos os frutos da sua luta.
    Beijos.

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Oi Ju!
      Como eh bom \”ouvir\” um pouco as palavras de quem passou por algo parecido e se superou! Eu acho que estou no caminho certo, mas ainda tem muito trabalho a ser feito!
      Muito obrigada por compartilhar sua experiencia e por me desejar superacao.
      Pode mandar quando textoes quiser, eu amo textoes (como voce ja deve ter percebido)!
      Beijo enorme,
      Bia

  2. Débora   •  

    Que bom que você postou! 😃
    Te sigo no insta e li todo seu blog ano passado em alguns dias.
    Te desejando muita felicidade e mandando muita energia positiva aqui do RS, mesmo sem te conhecer…você me inspira!!
    Um beijo fica bem 😘

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Oi Debora! Muito obrigada por me ler e por mandar energia positiva. Tenha certeza que faz toda a diferenca no meu dia a dia!
      Beijo enorme!
      Bia

  3. Camilla   •  

    Oi Bia, que lindo o seu post! Te acompanho a algum tempo, mas não sou muito de comentar. Mas o seu texto de hoje mexeu um pouco comigo, pois eu entendo perfeitamente o que você sente, apesar de ser extremamente agradecida a tudo que você tem/conquistou, existem dias que não são fáceis e achamos que não temos nem o direito de reclamar, não é mesmo?
    A sua história me inspira, estou no final do meu programa de Au Pair, estendi 6 meses e ficarei 4 (assim como vc), namoro a distância e quando estiver voltando pro Brasil, meu namorado estará indo para o intercâmbio dele (difícil como foi o seu relacionamento haha). Por isso, não deixe de escrever, pois, por mais que vc nem imagine, têm inspirado muita gente por aí.
    Gostaria de ter dar abraço e ser sua amiga nesses dias difíceis ahahaha, mas mando energias positivas daqui e espero que tudo se ajeite, dias difíceis ainda virão, mas que você consiga apreciar os dias bons quando eles acontecerem! Toda sorte do mundo pra você! Bjos =)

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Oi Camilla!
      Muito obrigada por comentar aqui e por compartilhar um pouquinho da sua historia. Eh muito confortante sabe rque tem gente passando por coisa parecida!
      Obrigada tb por me mandar energias positivas, uma hora td se ajeita!
      Beijo grande e td de bom pra vc!
      Bia

  4. Daiane Carolina   •  

    Biiia, que bom que você apareceu aqui! Hoje resolvi comentar algo, depois de ler tantos posts em off…
    Entro quase toda semana aqui! E que bom que você está se superando e se sentindo bem consigo mesma. Não existe nada melhor que alcançarmos nossa própria felicidade e paz de espírito!
    Te desejo tudo de bom e mandando muitas boas vibrações pra você! Beijo grande!

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Oi Daiane,
      Muito obrigada por ter tirado um tempinho para comentar e \”dar as caras\” por aqui! Fico super feliz quando escrevo um post e fico cheia de comentarios legais como o seu! Super obrigada!
      Beijos e otimas vibracoes em dobro pra vc! :*

  5. Nayara   •  

    Oii Bia!! Te acompanho há muito tempo aqui no blog, é uma alegria quando posta aqui, pois é uma mescla de saudade, humor e lamentações. Se fosse pra eu escrever, seria só as lamentações hahaha Esse dom, eu não tenho! Independente, se é textão ou fugindo do assunto como você disse… todos param pra ler o textão inteiro. E eu me identifiquei com o síndrome da barriga cheia, mas comigo é ao contrário… é da “barriga vazia”. Tenho o sonho de ser au pair, mas eu não posso por questões familiares, moro somente com meu avô (75 anos), é lúcido, mas é muito dependente de mim, e quando precisa ficar no hospital por alguns dias, como já aconteceu, só eu ficava com ele. Tenho mãe, mas não me ajuda. Então, não posso me jogar no mundão com tanta facilidade… ao mesmo tempo, me sinto presa, quero desbravar o mundo, mas na verdade sou um passarinho preso na gaiola. Estou na faculdade, os anos estão passando e tenho pressa pra não passar da idade máxima para participar do intercambio. E fazer terapia nunca foi e nunca será vergonha pra ninguém, eu faço terapia com psicóloga e eu amo, e vejo meu progresso diante dos fatos que acontece na minha vida. Acompanho diariamente o blog Brasileiras pelo Mundo, na qual tem uma psicóloga brasileira que atende online (fui procurar o post dela, o nome, pelo país.. e não achei! Não tenho referencia, difícil de achar mesmo rs). Mas recomendo que envie um email para a administradora e pergunta sobre. Terapia faz um bem danado!
    Enquanto, não posso planejar com mais certeza meu intercambio de au pair, estou procurando outras alternativas e uma delas é fazer intercambio social de curta duração (6 a 12 semanas). Em janeiro, vou realizar trabalho voluntário pelo AIESEC, meu projeto é dar reforço escolar (aulas de história, geografia, espanhol) para crianças carentes na cidade de Piura/Peru.
    Essa foi a forma que eu encontrei de dar uma escapada do Brasil por algumas semanas e o melhor de tudo, ajudar as outras pessoas. Isso está me fazendo muito bem, me sinto útil, me sinto realizada.. saio da rotina de trabalho e estudo.
    E em relação aos comentários que te falaram, cada um tem seu ponto de vista…
    Essas pessoas acham que a sua vida é fácil e você tem tudo.
    Também me falam isso, fui criada pelos avós e por isso sou “mimada”, moro em Santos, onde tem sol, calor e praia, transporte público bom e com ar condicionado, entre outras regalias.
    Meu projeto vai ser uma cidade onde não tem água potável, nem as garrafas industrializadas são confiáveis, não tem asfalto (as ruas são de barro), entre duas casas “top” e com carro importado na garage, tem uma casa minúscula de tijolo (a desigualdade social não é separada por bairros), onde as crianças não tem ao menos um par de chinelos para ir pra escola, não tem o que comer e não tem a dimensão do mundo, Piura pra eles é um país.. e quando falam do Brasil, ficam curiosas pelo desconhecido. Certamente, é uma outra realidade e não sinto melhor, superior por causa disso. Mas vou me sentir mais realizada, aquele sentimento de “fazer o bem, sem olhar a quem” ativo e me confortar.
    Já que vem visitar sua família no Brasil, porque não se junta com todos e cada um compra brinquedo/ou alimentos e distribui para as crianças carentes da sua cidade, é uma forma de ajudar, fazer mais parte do Brasil, se sentir na sua casa. Ou dar um mini curso inglês pras crianças aqui ou português na Inglaterra.. não sei, são tantas opções.
    Já participei de eventos assim, também é maravilhoso.
    Uffa, também gosto de escrever hahaha
    Por fim, não desista.. isso é uma nuvem preta, mas lute pra ela sair e você ver o sol de novo, de novo e pra sempre. Gostei dos comentários acima, coloca uma música brasileira, comece a cantar e dançar, chame seus pais, suas amigas, seu gato para participar.
    Conheça e se entrega pra terapia, você vai ver as diferentes formas de ocupar essa vazio que está sentindo no momento. Trabalho voluntário, me faz feliz, cada um tem “hobby” que se sente assim. E esse vazio, vai e volta… é um exercício diário. Mas vai na fé, que no final tudo dá certo.
    Grande beijo Bia!!!!! Estou na torcida!!!! Nunca perca esse seu bom humor!!!

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Nayara, você é uma pessoa muito especial e me sinto honrada por ser leitora do meu blog e de acompanhar minhas histórias. Eu consigo imaginar exatamente o que está sentindo e só queria te desejar felicidade e paz no coração!
      Seu avô é um cara de sorte por ter você por perto, cuidando dele com toda dedicação, a ponto de abrir mão dos próprios sonhos por ele. Não é todo mundo que tem essa nobreza no coração e tenho certeza que você será recompensada nessa vida. Isso sem contar do trabalho voluntário maravilhoso que fará no Peru! Parabéns pela iniciativa e por não deixar a peteca cair no meio de tantas dificuldades.
      Você me inspirou muito!
      Beijo bem grande e obrigada por compartilhar sua história.
      Bia

  6. Ana Caroline   •  

    Bia!! Que desabafo esse texto hein?
    Suas colocações foram incríveis e me identifiquei em alguns casos.
    Ano passado, exatamente nessa época, comecei terapia. Terapia por causa de um ex-namorado complicado. Eu me sentia uma idiota em procurar terapira por causa disso, eu via os julgamentos até dos meus pais que não tavam entendendo porque um cara me abalou tanto (ainda mais que era um relacionamento de “só” 4 meses). Eu também não entendia, porque eu sempre tive “tudo”, sempre independente e cheia de sonhos e de repente me sentia sem chão, só chorava e morria de medo de acabar com uma depressão. Terapia me ajudou muito!!! Depois que acabei me senti muito diferente, me ajudou demais, apresentou diversos pontos de vistas, outras maneiras de pensar e de me conhecer melhor. Esses dias tive uma mini fase deprê novamente e já pensei em voltar a fazer terapia, talvez até volte ainda… mas passou rapidinho, mudei algumas atitudes e parei de “pensar” tanto nisso sabe? Só estou vivendo, focando em outras coisas. Acho que é resultado ainda das sessões.
    Acho que o ponto de vista que colocasse aqui é muito válido, porque tudo isso que você falou são angustias reais e as vezes as pessoas não imaginam o que é estar nessa situação. Pode parecer lindo estar vivendo tudo que você passou e batalhou (na verdade, é lindo!) mas um dos meus maiores medos de me jogar numa aventura dessas é justamente tudo isso que você disse!!!! Eu sou muito apegada na família, me sinto muito sozinha quando estou sem amigos e etc, provavelmente eu passaria pelas mesmas coisas que você escreveu.
    Te desejo muitaaaaa força e espero que as coisas continuem melhorando, que você tenha amizades reais por ai… e acho que já estás começando a ver o caminho certo e mudando algumas atitudes né?!
    Fica bem!!!
    Beijosss

    Obs: fiz um mini desabafo, mas pra te mostrar que terapia me ajudou muito e porque eu decidi que era a ajuda que eu precisava no momento hahahaha

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Oiii Carol (ou Ana? Ou Ana Carol?)
      Muito obrigada por compartilhar sua história, fiquei feliz em saber que a terapia te ajudou bastante e eu tenho muita vontade de voltar a fazer, só preciso organizar meus horários, porque todas as psciólogas que encontrei pedem um compromisso semanal, uma data fixa… e isso é muito complicado pra mim por causa do trabalho, mas uma hora as coisas se ajeitam.
      Obrigada tb pelo carinho e por me desejar coisas boas!
      Beijo enorme pra vc!
      Bia

  7. Larissa Mussato   •  

    Tu é uma graça de linda Bia ♥ as pessoas sempre veem o glamour, a parte boa da vida dos outros e reclamam sem parar de suas vidas, TODOS SOMOS assim, eu tbm quero viajar o mundo, e blablablá , mas sempre imaginei que a saudade deve doer muitíssimo, agr então vc me fez pensar mais ainda nisso, não que eu vá desistir, de jeito nenhum, ano que vem me formo e vou fazer au pair, mas vc me ajudou a perceber que tenho que aproveitar a vida agora, isso que as pessoas tem que aprender, a valorizar o que tem, a tristeza bate mesmo, as vezes passageira, as vezes é horripilante, altos e baixos, o importante é não perder a fé, acho q me perdi no texto tbm… Queria um kit kat tbm hahaha, qdo se sentir sozinha pense que no mundo há muitas pessoas boas, e que uma delas (eu) sempre vai estar orando pra que todas sejam muito felizes em um mundo de amor. Xoxo

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Larissaaaaa você é uma fofa!!!!!! Dá pra sentir sua fofura e sua pureza nas suas palavras, adorei! Dividiria meu kit kat com você numa boa.
      Não perca essa fé no mundo e não deixe de querer um mundo de amor! O mundo precisa de mais gente como você :)
      Beijão!!!

      • Larissa Mussato   •  

        O mundo precisa de NÓS ♥ xoxo

  8. Luana   •  

    Bia, parabéns pela coragem de mostrar sua vida real. Imagino como deve ser difícil a adaptação, especialmente porque, como você falou, não é mais um intercâmbio. E sei que falar dos outros é fácil, mas só quem passa por uma tristeza profunda, sem saber o motivo, sofre…independente de ter a vida “maravilhosa” julgada por fora.
    Você é uma linda, eu te admiro muito e quando crescer quero ser que nem você!
    Descobri seu blog ano passado, quando decidi ser au pair e li todo ele, agora sempre dou uma passadinha por aqui. Você é uma inspiração pra mim.
    Espero que tudo fique bem, eu desejo muitas felicidades.
    Beijo grande da sua fã :*

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Obrigada pelo carinho, Luana! Obrigada por tirar um tempinho pra escrever pra mim, você não imagina o quando essas mensagens me deixam feliz!
      Te desejo tudo de bom!
      Beijão!

  9. Fran   •  

    BIAA!
    Descobri seu blog ano passado, acho, quando estava cogitando ser aupair… Não sei onde, não lembro como, só sei que li de cabo a rabo e de vez em quando volto aqui para ver quais são as suas novidades. E olha que é difícil eu me apegar a ficar lendo, talvez seja porque você fala mesmo, faz uns posts suuuuuuuper detalhados que dão gosto de ler rs

    Mas, enfim, vamos lá. (Vai ter comentáriozão, sim)
    Nunca comento nada por preguiça mesmo, mas esse seu post me tocou de uma forma que eu não parei de pensar nele desde quando li e voltei aqui para te deixar um recadinho. Eu entendo SUPER o que você está passando e, olha, dá vontade de abraçar e pegar o primeiro voo pro UK só para te fazer companhia. Sei que as situações são diferentes, mas comigo também rola algo assim. E aí sempre ouço das pessoas que reclamo muito sem motivo. Só que, por mais tolo que seja, toda dor é uma dor, não importa o motivo. Nós temos essa mania boba e involuntária de julgar o que o outro sente pelo que nós vemos de fora, quando não podemos compreender totalmente o que a pessoa sente ou passa. É lindo mesmo morar na Europa, levar uma vida diferente, mas não é perfeito e só você sabe os motivos que te fariam voltar para casa sem pensar, não é? Não se sinta culpada e se permita ficar triste às vezes, sim, porque de vez em quando é preciso. Só não deixe isso ser maior que você ou a sua vontade de fazer as coisas.
    Às vezes, nos momentos de tristeza, acabamos enxergando melhor muitas coisas da nossa vida…

    Você é uma inspiração e tanto para muitas pessoas que, como eu, desejam seguir a vida mais independente – fora do Brasil ou não. Faça SEMPRE as coisas que te deixam feliz e, se precisar, se force a continuar fazendo, porque logo tudo passa. E dê uma chance à terapia, às vezes demora para encontrarmos o profissional ideal para nós (falo com experiência de causa), mas ele aparece e nos ajuda a colocar a cabeça nos eixos.

    Um beijo enoooooooooooorme para você

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Fran, muito obrigada por deixar a preguica de lado e se preocupar em me deixar um comentariozao, do jeito que eu gosto!!! Adoro quando as minhas leitoras saem da moita e vem me dar um oi! Eu respondo tooooooooodo mundo e fico impressionada com as historias que leio! Nesse post, especialmente, recebi mensagem de muita gente que se identificou com meus sentimentos e isso fez a maior diferenca na minha vida, pq eu me sentia muito solitaria com toda esse angustia, viu!
      Adorei o “toda dor eh uma dor, nao importa o motivo”. Eh isso mesmo! As pessoas tem forcas e fraquezas diferentes e so nos sabemos o que nos bota pra cima e pra baixo, nao eh mesmo?
      Mto obrigada por me escrever! Fico feliz de saber que inspiro as pessoas, mesmo com todos os meus problemas e minha vida nada perfeita!
      Beijo enorme pra vc!!!
      Bia

  10. Jessica Melo   •  

    Oi, Bia!
    Menina do céu, estava eu aqui e pensei: Deixa eu ver se a Bia escreveu algo novo no blog… Bia, você é uma moça incrível! Eu descobri seu blog no ano passado quando estava procurando pelo programa de Au Pair, li todos os posts, até penso que você poderia escrever um livro, seria best seller, com certeza! Todas as vezes que eu estou triste e leio seus posts (mesmo os antigos) eu fico animada, pela sua história, de como você lutou e ainda luta pelos seus sonhos e de como você mostra a realidade nua e crua, mostra o ser humano que é, com seus medos, suas fraquezas, e ainda assim não desiste. Bia, força! Por mais desafios que você enfrente, sempre vai se superar e se tornar ainda mais dona das suas conquistas! Te desejo o melhor sempre, continue inspirando as pessoas (pelo menos a mim, inspira bastante! RS) Um dos meus sonhos é te conhecer pessoalmente, trocar umas ideias… adoro seus textos, suas histórias e sua garra! Um beijo da sua fã aqui no Brasil!

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Oi Jessica!
      Que fofura vc!
      Pode ter certeza que escrever um livro esta nos meus planos de vida! Sempre que fico triste, venho aqui ler os comentarios do blog e isso ja me da um up!!! E eh bom saber que tb tem o efeito contrario e que as pessoas, qdo ficam tristem, vem ler meu blog pra dar uma animada… que coisa maluca, neh?
      Tb espero conhecer todos os meus leitores pessoalmente, acho que seria maravilhoso compartilhar minhas aventuras com vcs cara a cara e tb ouvir o que vcs tem pra contar… aprendo mto com as historias que leio por aqui tb e fico mto feliz de saber q servi de inspiracao em muitos casos de sucesso! Isso eh um honra inexplicavel!!!
      beijos enorme pra vc e obrigada pelo comentario!
      Bia

  11. Danu   •  

    Bia, tudo bem?

    Acompanho sue blogs há uns 3 anos e adoro seus posts.

    Senti confortável para te dizer umas coisinhas:

    1- Sabe aquela história que a grama do vizinho é sempre mais verde? Ela é real, as pessoas levam isso a sério. Eu não moro na Europa, mas tenho uma carreira em uma multinacional há 7 anos (no momento tenho 25 anos), já sou independente, tenho a minha própria casa no Brasil, faço minhas viagens, mas quando ouso ficar triste e reclamar acontece a mesma coisa que acontece contigo, as pessoas julgam e acham que a minha vida é perfeita. Também me fechei por um tempão e com algumas pessoas sou assim até hoje, parei de contar tantos detalhes da minha vida e desabafo com Deus ou com a minha irmã que me entende bem.
    Não ligue para isso, sei que no seu caso é mais difícil por estar em outra cultura e olha isso faz uma diferença enorme, mas veja bem em qualquer situação a qual as pessoas te enxerguem em uma determinado “ponto de beneficio” irão te julgar, infelizmente as pessoas não se colocam no lugar do próximo.

    2 – Depressão já tive e superei, era exatamente uma montanha russa, sabe o pior? Eu ficava me culpando como aconteceu contigo. Tipo: eu não posso reclamar, mas que saco! Isso é se culpar, permita-se abrir mão disso, não se culpe, afinal você~e “ralou” para chegar onde chegou e logo tem todo direito de reclamar sobre o que você escolheu, pois é seu – ninguém deve te tirar esse direito. JOGA A CULPA FORA!

    3 – Adoro seus posts e torço muito por ti, consigo sentir as suas boas energias apenas lendo um post, então por favor não pare! hahaha

    E por fim que Deus te abençoe e que você consiga aliviar um pouquinho teu coração. Um abraçãoooo forte do Brasil.

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Danu, nao tenho duvidas de que voce seja uma pessoa maravilhosa, so de ter compartilhado todas as suas impressoes e experiencias comigo nesse comentario!
      Muito obrigada, fiquei super feliz e me senti menos solitaria com todos esses sentimentos malucos.
      Te desejo tudo de melhor e mto sucesso em tudo o que fizer.
      Prometo nao parar de escrever! Eh mto bom saber que vcs gostam :))) Esses comentarios lindos me deixam ainda mais motivada.
      Beijo enorme!
      Bia

  12. Fernanda Xavier   •  

    Assim como quase todas que comentaram aí em cima (ou embaixo, não sei pra onde meu comentário vai rs), eu também sempre leio seu blog quietinha, comento mentalmente e sigo minha vida. Posso ir de textão também? hahaha

    Achei seu blog quando estava procurando uma forma de meter o pé do país pra fazer um intercâmbio e surgiu a opção de ser aupair. Ai comecei a ler deeeeeeesde o inicinho com anos de delay, óbvio (comecei a ler ano passado), e ficava boba/maravilhada/chocada/feliz/emocionada (obvio que chorei com seu post sobre o pedido de casamento do thomas). Contava pra TOOOOOODO mundo sobre como vocês se conheceram, como foi o seu pedido de casamento, como foi tuuuuuuuudo, pq foi uma história dos sonhos! aí continuei lendo seu blog mesmo desistindo de ser aupair quando surgiu uma outra oportunidade de intercambio profissional. E adivinha pra onde??? ALEMANHA! perto de Nuremberg (óbvio que voltei posts anteriores pra pegar as dicas do que fazer em Nuremberg). Até comecei a fazer um blog me inspirando no seu haahha, mas n consegui ter disciplina pra postar direto e desisti =(

    Quando eu fui pra Inglaterra eu pensei: Bia mora aqui, olha eu fazendo o trajeto todo da Bia. Quando é q vou achar o meu Thomas? hahahaha Óbvio que sempre lembrava de você. Me sentia/sinto muito sua amiga. (Quer ser minha amiga? hahaha)

    Engraçado que te sigo no Insta, Face, Snap, blog, e a impressão que eu tinha era realmente a que você descreveu no seu blog. “Nossa, que menina legal Super descolada, com uma vida interessante, sempre sorridente, sempre feliz, viajando o mundo” hahahaha

    E é tão legal quando a gente vê que ninguem tem a vida perfeita! não que eu esteja feliz pq vc esta sofrendo, mas as vezes a gente se acostuma a ver muita gente com a vida perfeita que isso nos faz ficar bem mal por pensar que não somos sortudas o suficiente (não que vc n tenha ralado muuito pra chegar onde vc tá). Muita gente entra em depressão porque só tem na vida pessoas que só mostram o lado perfeito da vida e não são sinceras quanto a todas as fraquezas que temos, enquanto que elas só vivem uma vida normal.

    Muuuuuuuuito obrigada por ser tão sincera e maravilhosa. E ter um dom de escrever tão bem e mexer com a gente.

    Te desejo força, porque morei só 3 meses na Alemanha, e como foi dificil. Lidar com tudo oq vc falou. Saudade de casa, do arroz com feijão, do abraço, dos 200ºC… Te desejo força, mas sei que isso vc tem de sobra, afinal, olha onde você chegou…

    Um muito mega grande gigante e forte abraço!

    e te encontro pelas redes sociais da vida haha

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Nossa Feeeeeer, que mensagem linda! Muito obrigada!
      Eu fico feliz de causar essa impressao nas pessoas quando compartilho o \”lado nao perfeito da minha vida\” e a \”parte nao perfeita do meu conto de fadas\”! Eu tb ja fiquei na maior depre vendo gente super descolada nas redes sociais, com a vida que eu queria ter, sem stress de trabalho, com as contas todas pagas, viajando td mes! A grama do vizinho eh sempre mais verde, nao eh mesmo?
      Muito obrigada por me escrever e ano so ler os meus textos quietinhas. Vc nao imagina como esses comentarios me motivam a continuar escrevendo e, principalmente, acumulando historias pra compartilhar com vcs.
      beijos mto grande, querida amiga hahaha ah, e eh claro que podemos ser amigas! Passa la em casa qdo quiser :)
      Abraco bem forte e boa sorte em tudo!!!

  13. Leonardo   •  

    Bia que saudades, resolvi dar um pulo aqui no seu blog! Tô super feliz por tudo isso que você conquistou e o mais importante é que você está bem como sempre! Impossível ler esse texto e não te imaginar tagarelando hahahaha

    Léo

    • Beatriz Morgado   •     Author

      Ahhhh Leo, fiquei tao feliz com seu comentario! Que saudade enorme de vc :)
      Muito obrigada!!!
      Beijao!!!

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *